Arte Ritual no Vale Do Capão

O Bilú Atelier surgiu em Montevidéu (Uruguai) no mês de agosto de 1993 como ateliê Nalú . Seus fundadores Vanina Franzoni e Mauro Aguirre migraram para ao Brasil em 2001, e com eles o ateliê.

Show de Enarmonia na Bilú

Acontecéu na Bilú Atelier/ Galeria no passado 10 de Janeiro.

A Cerâmica Bilú

O processo de pesquiza nas técnicas cerâmicas no Bilú Atelier tem producido uma cerâmica original, no sentido que o Arquiteto Antonio Gaudí dava a esta palavra: ”Ser original é voltar as origens”.

Trilhas ao Luar

A exposição “Trilhas ao Luar” parte de um entendimento da arte contemporânea como meio de prospecção de valores pretéritos e como sedimentação de símbolos e arquétipos que acompanham a evolução da cultura brasileira

Desenhos em Nanking (Mauro)

Ofertas da Bilú: Estes desenhos em Nanking estão à venda na Bilú. Os preços que aparecerão aqui são com pagamento de frete em destino(fob).

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Arte Ritual no Vale do Capão


O  Bilú Atelier surgiu em Montevidéu (Uruguai) no mês de agosto de 1993 como ateliê Nalú . Seus fundadores Vanina Franzoni e Mauro Aguirre migraram para ao Brasil em 2001, e com eles o ateliê. Retomaram a atividade comercial no Vale do Capão(Chapada Diamantina\BA) a partir do ano de 2005.

 A concepção orgânica da proposta estética (e ética), tanto das formas quanto dos materiais escolhidos, decorre do contexto cotidiano dos artistas no entorno do Parque Nacional da Chapada Diamantina. Isto manifesta-se também na proposta arquitetônica de restauração da antiga casa da “Fazenda dos Brancos” como na conceição bio-construtiva do “Novo Espaço Cultural”, integrados harmonicamente dentro do Sitio “Bilú-Guidaí”.

 O fio condutor do trabalho resgata as essências da vivencia humana em suas manifestações rituais cotidianas como meio de transcendência e comunicação\comunhão com dimensões metafísicas.
O mundo dos mortos, pelo culto aos ancestrais, e o mundo dos sonhos, como percurso ao passado e projeção de futuro, são fontes de imagens, inspiração e premonição para a criação artística. 

A retomada do ato criador enquanto ritual constitui uma atitude de entrega e afeto da qual resultam objetos novos e originais porem com reminiscências ancestrais, entendendo o passado como matéria contemporânea e não como algo congelado no tempo.

As grandes questões que se colocam ao olhar do visitante são: qual é o valor que damos à memória? Como construímos nossos valores essenciais? Qual o legado que estamos a construir?

 Num mundo cada vez mais pautado pelo imediatismo e a efemeridade das coisas, e sistematicamente condicionado por objetivos pragmáticos e mercadológicos, constata-se uma demanda crescente de revalorização de nossa ancestralidade como reencontro com a Mãe Terra e preservação de nosso patrimônio ambiental do qual nossa cultura faz parte. Atendendo a esta demanda nosso trabalho visa inspirar a construção de espaços de convivência harmônicos para a vida cotidiana sobre o planeta, por médio da sensibilização estética\afetiva.